
Desde 1998

RIO DE JANEIRO - RJ
O
surgimento de novas cantoras de Música Popular Brasileira
nos últimos anos, vem reforçar o rico quadro das artes
musicais brasileiras, inovando constantemente os vários
espectros que formam a nossa música.
Criada em um ambiente artístico e cultural, Moína teve sempre
exemplos em sua própria casa a serem seguidos, por sua mãe,
a escritora e poeta Eliane Potiguara, e pelo cantor e
compositor Taiguara, que foi casado com sua mãe e a criou
desde os dois anos de idade.
Conviveu cotidianamente com a MPB dentro de sua casa. Estudou
piano, canto e performances com Taiguara, Tânia Machado e
teve contatos com personalidades importantes da MPB: os pais
de Taiguara, o maestro Ubirajara Silva e a cantora Olga
Chalar; Ivan Lins; Chico Buarque; Elza Soares; Beth
Carvalho; Paulinho Trompete; Claudette Soares; entre outros.
Esses contatos em sua casa, estúdios e shows de Taiguara
foram decisivos para definir seus horizontes e seus
objetivos. Estudou na Escola de Música Villa-Lobos
(harmonia, piano, teoria e canto) e cursou Marketing na
UniverCidade e Produção Cultural na Universidade Estácio de
Sá.
Moína foi bailarina clássica e contemporânea por dez anos e
foi dançando em volta ao piano de Taiguara que começou a se
interessar pelo instrumento.
Sua avó materna foi cantora lírica formada pela Escola Villa
Lobos. Sua mãe estudou canto e acordeón na Escola Nacional
de Música (UFRJ), o seu tio era violinista da mesma escola.
Seus primos maternos são todos músicos.
Quando pequena ganhou de Taiguara sua primeira vitrola
infantil, na qual foi presenteada com alguns vinis. Dentre
estes artistas que Taiguara a incentivou a ouvir ainda na
tenra idade estão: Beatles, Queen, The Mamas & The Papas,
Tom Jobim, Elis Regina, Clara Nunes, Agbara Dudu, Sílvia
Maria, Mílton Nascimento, discos de festivais da Música
Popular Brasileira, entre outros. Os discos dos Beatles
quando criança foi o que mais chamou a atenção da cantora.
Aos 7 anos ganhou a canção em sua homenagem “Moína Me
Sorriu”, onde foi lançada no disco de Taiguara de 1983
“Canções de Amor e Liberdade”, pela antiga Continental e
neste mesmo período ganhou de Taiguara um cavaquinho para
estudar. Porém, não se interessou muito pelo instrumento e o
mesmo foi repassado ao seu primo materno, Joelson Lima, que
integrou a banda de Taiguara por muitos anos.
Aos 13 anos fez sua primeira apresentação informal, numa
reunião na casa de Taiguara que a acompanhou ao piano na
canção “Wave” de Tom Jobim para aproximadamente 15 pessoas,
recebendo seus primeiros aplausos coletivos.
Aos 15 anos começou a se interessar por MPB de uma maneira
mais intensa. No seu aniversário ganhou um teclado de
Taiguara. Um pequeno incentivo à música.
Aos 18 anos, sua mãe já separada de Taiguara, foi incentivada
pelo compositor a ir uma vez por semana em sua casa, para
que pudesse estudar música.
Hoje, compositora talentosa, já editou dezenas de canções,
algumas em parceria com Samora Potiguara, Marcello Pereira
Borghí e Sérgio Yasbeck. Inclusive suas músicas "Vamos
Viver", "Sonhar Pra Quê?" e "Teu Silêncio", foram arranjadas
e produzidas por Sérgio Yasbeck e Jean Pierre Magaye.
Como intérprete, seu repertório inclui composições de Chico
Buarque, Vander Lee, Paula Lima, Tom Jobim, Max Vianna,
Fhernanda Fernandes. Tem diversos shows realizados desde
1999. Nesses 10 anos, criou juntamente com os seus irmãos
Samora Potiguara e Tajira Kilima (ambos os filhos de
Taiguara com Eliane Potiguara), os grupos Efeito Colateral e
Ventre Vox. Partiu para a carreira solo em 2003, tendo se
apresentado nas casas Mistura Fina, Little Club, Casarão
Cultural da Lapa, Café Etílico, Sala Funarte, Grajaú Tênis
Club e Shopping Iguatemi, entre outros.
Em paralelo a sua produção musical, Moína vem desenvolvendo
atividades de produção cultural, estando há 12 anos na
frente de sua empresa, Moína Produções Artísticas e Eventos.
A produção musical do seu primeiro CD será a cargo de Eduardo
Souto Neto. A produção artística será da própria cantora e
de seu marido, Marcello Pereira Borghí.
Em 2010 foi lançada oficialmente no projeto "Friends of
Live Earth: Tweet Music", de Belô Velloso pela BMGV &
Tratore.
Com toda essa bagagem acumulada, Moína vem surgindo no
cenário musical brasileiro, não mais como uma promessa, mas
sim como uma realidade que desponta, trazendo em sua
linguagem, a missão de concretizar mais um grande ciclo na
Música Popular Brasileira.
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show da Moína
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